6 de jul. de 2012

Um dois

Foram dois cigarros e muita história
A história da escória da crueldade sem limites que causamos a nós mesmos.
Se o cigarro acende minha alma, 
apaga tanta outras
Se me faz um pensante, me faz um errante.
E eu, falante como sempre, grito sem parar
Faço o mundo girar.

Histórias que não conto, guardo para mim
Histórias com meio e sem fim,
Histórias que queimam e acabam como o que está entre os meus dedos
Histórias, histórias...
Fervem e acabam como ele nas minhas mãos
Mas sem ter o que fazer,
Seu destino é o descarte,
Mas se ela foi, outras virão.

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