24 de mar. de 2013

Inerente

Vejo lá no alto,
acima das corredeiras,
uma grande pedra carregada de dor.

Palco de uma tragédia em forma de natureza
Fez brilhar, óh que beleza!
O doce soprar de uma índia guerreira

O tocar das nossas mãos não me espanta nenhum pouco.
Doce ternura de forma inexplicável
E assim te vejo! Em pé! Em pé!
Seu corpo em forma de amor foi lapidado pela fé.


Paralelo


Andando com os pés ao vento
Olhando o tempo passar...

Enfeitiçado pelo encanto de poder te tocar e sentir o prazer da alma em resistir ao mau
Em forma de amor,
que some com a dor e me faz mais feliz.
Coisas que só posso imaginar
Como o camuflar de um perdiz,
Que a vida me fez repaginar.

Mas vou te visitar!
Vou te visitar!