15 de set. de 2012

Nossas vidas, nossas mentiras


Meus sonhos eram tão meus quanto teus...
Minha vida da tua fazia parte,
Me engasgo com meus erros, e assim mesmo temo a minha vida.
Sorri, sorri, sorri
Chorei, chorei, chorei.

Isso tudo é uma bagunça, está tudo errado
E nem mais me pergunto o porque de estar aqui,
Esquecido e jogado aos leões da injustiça que insistem em me julgar e esconder seus erros para baixo do tapete.
Nossas vidas são distantes e infelizmente não somos o que éramos para ser.

A culpa que me atormenta me destrói a cada dia,
Disparos e mais disparos de adjetivos que o meu corpo absorve
Estilhaços de uma alma despedaçada que chora sem lágrimas
Perdoe a mentira da nossa relação que nunca foi como deveria ser.
Perdoe a minha vida, perdoe a minha partida.

                               
    Zerbini Cochá


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